
A Luz Que Acende o Olhar Deborah Blando
A luz que acende o olhar Vem das estrelas no meu coração, Vem de uma força que me fez assim, Vem das palavras,lembranças e flores regadas em mim.
O tempo pode mudar, A chuva lava o que já passou, Resta somente o que eu já vivi, Resta somente o que ainda sou.
A luz que acende o olhar Vem pelos cantos da imaginação, Vem por caminhos que eu nunca passei Como se a vida soubesse de sonhos que eu nunca sonhei.
Vem do infinito, da estrela cadente, Do espelho da alma, Dos filhos da gente, De algum lugar Só pra iluminar.
A força vem de onde eu venho, De tudo que acende e a vida calada Me olha, e entende o que eu sou, Tudo o que é maior Vem do amor, vem do amor.
A luz que acende o olhar Vem dos romances que viram poesia, Vem quando quer, se quiser, se vier, Vem pra acender e mostrar o amor que a gente não via.
Vem como um passe de pura magia, Como se eu visse e jurasse que há tempo já te conhecia.
Vem do infinito, da estrela cadente,do espelho da alma, Dos filhos da gente,de algum lugar só pra iluminar. A força vem de onde eu venho, De tudo que acende e a vida calada, Me olha e entende o que eu sou, Tudo que é maior,vem da luz que acende o olhar, Vem das histórias que me adormeciam, Vem do que a gente não consegue ver, Vem e me acalma, me traz e me leva pra perto de você... E me leva, mais pra perto de você.
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Postado por: Roberta Sollua às 23h42
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Como Pode?
Como pode amor meu... Como pode? Existir tanto amor, tanta paixão assim? Palavras tão emolduradas de encanto, Minhas... Tuas... Carícias sem fim!... Pergunto aos deuses, ao céu, ao mundo; Se é possível amor maior que o nosso?... E a resposta é sempre a tua doce voz, Viver sem ela... Não consigo, não posso!... Como pode... Meu anjo querido, adorado? Acontecer um sentimento tão imperioso? Que nos encarcera, fascina cada vez mais! Que nos rouba a paz... Tão forte e vigoroso! Como pode?... - Alma da minha alma? Como pode? - Amor dos meus amores? Deitarmos nossas noites em tanta agonia, Sem poder resistir aos chamativos langores? Pergunto tanto... E não encontro respostas... Sei apenas que tua silhueta é minha prisão... Teus abraços e beijos... São meu doce calvário... Tua vida é minha, a minha está em tuas mãos! Mary Trujillo 15.04.2008
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Postado por: Roberta Sollua às 23h14
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